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História da Cia de Dança Palácio das Artes é revelada em espetáculo

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Com entrada gratuita, corpo artístico da Fundação Clóvis Salgado apresenta Se eu pudesse entrar na sua vida, no Centro Cultural CentoeQuatro.

Cia de Dança Palacio das Artes apresenta, do dia 1º a 5 de maio, a ocupação performática Se eu pudesse entrar na sua vida, no Centro Cultural CentoeQuatro, de quarta a sábado às 20h, e domingo, às 19h. Com direção geral de Sônia Mota, o espetáculo apresenta um recorte de diversas coreografias desenvolvidas pelo corpo artístico ao longo dos seus 42 anos de existência. A entrada é gratuita com retirada de ingressos, um par por pessoa, uma hora antes da apresentação.

Se eu pudesse entrar na sua vida foi realizado pela primeira vez em comemoração aos 40 anos da Cia., em 2011, no Palácio das Artes, e agraciado com diversos prêmios na 8ª edição do Prêmio Usiminas Sinparc. Para a apresentação no Centro Cultural CentoeQuatro, o espetáculo toma novos contornos. Durante dois meses, os bailarinos do corpo artístico desenvolveram releituras contemporâneas de fragmentos de coreografias passadas do grupo, que foram adaptadas para a ocupação do espaço. O público poderá relembrar trechos de peças consagradas como Giselle (1983)Sonhos de Uma noite de Verão (2002) e 22 Segredos (2009).

“Eu acho importante ocuparmos a cidade, sair do esquema teatro e ir para ruas, galerias, levar a dança para lugares onde normalmente as pessoas não a vêem”, afirma Sônia Mota, diretora da Cia de Dança e responsável pela direção geral da ocupação performática. Sônia acredita que ações como essa são importantes para a formação de público em dança.

A arquitetura e a disposição das salas do Centro Cultural CentroeQuatro foram predominantes para a escolha do espaço. “A Cia. está entrado no CentoeQuatro, colocando a sua história no espaço, mas também se deixando influenciar por ele”, comenta a diretora, que há dois anos planeja realizar um espetáculo no centro cultural. Se eu pudesse entrar na sua vida foi produzido para um público de 80 pessoas, afim de garantir conforto e uma melhor visibilidade do espetáculo.

A Cia. de Dança Palácio das Artes estará em temporada em todo mês de maio.

O grupo artístico se apresentará também na Funarte, do dia 16 a 19 e 23 a 26 de maio, com o espetáculo Coreografia de Cordel.

 

Se eu pudesse entrar na sua vida

Data: 1º a 5 de maio

Horário: quarta a sábado, às 20h – domingo, às 19h

Local: Centro Cultural CentoeQuatro

Endereço: Praça Ruy Barbosa 104 – Centro – Belo Horizonte

Entrada gratuita – retirada de ingressos uma hora antes do espetáculo

Informações para o públicofcs.mg.gov.br / 3236-7400

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Estreia do espetáculo: Cada começo é só continuação

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Esta pesquisa dá continuidade ao projeto do Dança Multiplex 2012, no qual foi apresentado o dueto: Olho e 1331”. Em “Cada começo é só continuação” as proposições de ambos os duetos se mesclam e se configuram, agora, em um sexteto, no qual as seis coreógrafas e dançarinas trabalham em uma estrutura de improvisação. O desenvolvimento de software na composição da trilha sonora e na interação entre movimentos e sons, investigado em 1331”, perpassa por todo o trabalho. E a relação entre corpo e objetos testada em Olho, bem como, em performances anteriores na trajetória de Margô Assis e Renata Ferreira são dispositivos para a composição coreográfica nesta estreia.

Quinta a Domingo às 20h

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Cia Mário Nascimento estréia NÔMADE

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O Nômade que falamos aqui é aquele que reside em nós. É um Nômade que nos torna inquietos e nos faz buscar algo maior em nossas vidas… ou algo mais simples… O nômade que vive dentro de nós precisa ser ouvido e alimentado para que não nos tornemos imóveis e pesados blocos de concreto. Que aprendamos com esse nômade a romper nossos paradigmas, ultrapassar nossas fronteiras internas, vencer nossos medos, descobrir novos mundos dentro de nós e dentro de outras pessoas que se aproximam.

 

Desapegar. Partir. Mudar.

 

Desterritorializar.

Libertar o pensamento.

 

Ser nômade não é só o deslocamento geográfico de seres. E sim, um processo contínuo de transformação.

 

Cia Mário Nascimento – 15 anos

 

www.ciamn.blogspot.com

 

Estréia Nacional: de 4 a 7 de ABRIL em Belo Horizonte – Teatro Oi Futuro Klauss Vianna – de quinta a sábado 21:00hs e domingo 19:00hs – ingressos 15,00 reais inteira e 7,50 meia

 

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O coletivo Movasse apresenta dois trabalhos essa semana

Dias 24 e 25/11

 Playlist III

No SESC Palladium / Espaço Multiuso

Improvisação Interativa em Dança – Coletivo Movasse com a participação de Marise Dinis

 

O espetáculo Playlist é uma Improvisação Interativa em Dança, do Coletivo Movasse, com participação especial de Marise Dinis.   A produção da obra Playlist é baseada na autenticidade, na criatividade e talento dos seus integrantes. O roteiro é predefinido, porém sem amarras ou paradigmas e pretende dessa maneira, interagir com o público que comparecer ao local.   O “Coletivo Movasse e Marise Dinis em Playlist” é um trabalho de improvisação em dança em que o público participa do processo de roteirização do espetáculo, interagindo na construção das imagens.

 

Dia 22/11

Não Me Fales de Freddy Krueger

No Festival de Dança do Triângulo 2012

Um solo de Andréa Anhaia

 

“Não me fales de Freddy Krueger” é uma pequena passeio por meio das complexidades que compõem a personalidade da intérprete, por meio dos seus próprios sonhos.

 

 

 

O Grupo:

MOVASSE é um coletivo de criação que visa manter o trânsito livre de pessoas, informações e idéias. Surge no cenário da dança contemporânea para agregar pensamentos, na tentativa de reunir e praticar idéias sobre o movimento.

Tendo na sua raiz a diversidade, não há o receio de cair ou fugir de tendências, ou até mesmo de encontrar uma determinada linguagem. Contudo, visa proporcionar um lugar de reflexão e porto seguro para a realização de propostas artísticas inusitadas.

Sediado em Belo Horizonte – Minas Gerais, mas com os olhos voltados para a cultura brasileira, seus idealizadores são Carlos Arão (PB), Andréa Anhaia (PE), Ester França e Fábio Dornas (ambos de MG). Dançarinos com diferentes formações, informações e influências, mas unidos por uma afinidade artística: o movimento. Dessa forma, MOVASSE é um espaço aberto para diferentes formas de pensar a dança, além de ser um lugar de discussão, debate, pesquisas teórica e corporal.

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JAm de CI | No Lugaritmo

Ola a todos,

O grupo de estudo de contato-improvisação convida a todos
para uma JAM no Lugaritmo.

Esse sábado às 17h.

A Jam session, termo originalmente nascido no meio jazzistico(JAM= Jazz After Midnight) simboliza um momento de encontro, de de liberdade de criação e expressão, de harmonia entre indivíduo e coletivo, instante mágico em que o caos da criação e explosão vital individual convive pacificamente com a ordem social.

Mais info: 25142896

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Dos meus olhos saem rosas

ESPETÁCULO “DOS MEUS OLHOS SAEM ROSAS”

O espetáculo “Dos meus olhos saem rosas” é resultado de um processo iniciado em 2005, quando a bailarina Marise Dinis dedicou-se à pesquisa “Sobre o não ver”, que investigou a mudança de perspectivas do corpo e do espaço entre as possibilidades do ver e do não ver. Como desdobramento, a artista lançou-se ao desafio de aproximar a dança contemporânea – manifestação artística extremamente apoiada na visão – desse universo.

Ao longo de seis meses de pesquisa junto a um grupo de deficientes visuais, a artista conseguiu desenvolver, através de aulas de dança contemporânea e consciência corporal, uma experiência artística que envolveu noções técnicas de dança, de percepção corporal e de criação. Paralelamente a isso, Marise passou pela experiência de ficar vendada durante 72 horas, na tentativa de experimentar uma mudança de padrão que pudesse lhe dar novas pistas de como se mover e se orientar, aproximando-se do universo que estudava.

A conclusão da pesquisa lhe trouxe a convicção de que a dança pode ser vivenciada por aqueles que não enxergam. Com isso, Marise decidiu criar um espetáculo sobre o tema e que oferecesse recursos para tal vivência. “Em ‘Dos meus olhos saem rosas’, alguns elementos foram utilizados como possíveis suportes para esse público. No entanto, o espetáculo não foi concebido exclusivamente com esse objetivo. Trata-se de um trabalho artístico direcionado a um público diversificado e que certamente proporcionará percepções diferentes de acordo com a condição de cada um. É um espetáculo que propõe aproximar o público de uma experiência sensorial, porém, sem ser interativo”, afirma a criadora e bailarina.

Para isso, a artista aliou a dança a outras linguagens que durante todo o espetáculo dialogam com seu corpo, buscando reproduzir esse universo cego. Isso acontece através da leitura de um texto, que naturalmente desperta em cada indivíduo memórias e imagens próprias de seu repertório, através da música e dos sons, que transportam o indivíduo para um diferente estado de atenção físico e mental e do improviso das imagens abstratas, projetadas ora como cenário, ora como extensão do próprio corpo. “Dos meus olhos saem rosas” é uma obra onde o corpo, o som, a luz, a imagem e o espaço se entrelaçam, de modo a proporcionar diferentes acessos sensoriais ao espectador.

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Jam de Contato-Improvisação em Belo Horizonte

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Arquivado em Grupo de Estudo - CONTATO IMPROVISAÇÃO, Hoy Pocilga